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Gênesis 6-9: o dilúvio – chaves de leitura para bem compreendê-lo

Por Hermes de Abreu Fernandes

Em textos anteriores, tratamos da Criação, do primeiro homem e da primeira mulher, da queda, do pecado original. Desejamos, nestes escritos apresentar as leituras destes textos a partir da teologia patrística e das novas descobertas bíblicas. Neste sentido, é bom atentar que nossos textos sempre estão divididos em duas partes. A primeira, a partir do conhecimento bíblico dos Santos Padres, sua relação com o Magistério da Igreja. A segunda, chaves de leitura mais hodiernas. Assim, o leitor pode ter contato com duas abordagens de suma importância para o conhecimento bíblico.

Até o presente momento, apresentamos três textos. É certo que os mesmos seguem a sequência da narrativa de Gênesis. Sendo eles:

  1. GÊNESIS 1-2,4a: RELATOS DA CRIAÇÃO
  2. GÊNESIS 2,4b-24: O JARDIM, O PRIMEIRO HOMEM, A PRIMEIRA MULHER
  3. GÊNESIS 3: A SERPENTE, A DESOBEDIÊNCIA, A QUEDA, O PECADO ORIGINAL

No presente texto, trataremos das narrativas do Gênesis, capítulo 6 a 9. Nestes, temos a narrativa do dilúvio, a arca, a aliança de Yahweh com a humanidade. Continuemos nossa aventura pelo Livro do Gênesis.

  1. O Dilúvio: sua justificativa contextual, suas correlações interculturais

A narrativa do Dilúvio (mobbûl) é algo que está marcado na memória da humanidade. Quem nunca ouviu falar de Noé, da Arca e do Dilúvio que devastou a vida em toda a terra? Ele é mencionado no XI Canto de Gilgamesh e no mito de Atrahasis. Isso mesmo! O relato sobre o Dilúvio não é uma exclusividade Bíblica. O evento contato na mitologia do Antigo Oriente Próximo e na Bíblia como um cataclismo de proporções mundiais, produz uma profunda fratura na história da humanidade. Claro, se considerarmos sua interpretação de forma literal, histórica, (o que raramente acontece). Com Noé, a história toma uma nova direção. Caracterizada por uma renovação de bênçãos divinas dadas aos primeiros pais (Gn 9,1-7), por uma aliança universal (Gn 9,8-17) e por uma eleição divina concreta de um descendente de Noé, Sem. Daí, povo semita (Gn 9,18-28).

A razão apontada para o dilúvio em Gn 6 foi a união dos “filhos de Deus” com as “filhas dos homens” (Gn 6,1-14).  O mal começou a crescer e a se multiplicar na terra. Deus então decidiu retirar o seu espírito de toda a carne. Embora os exegetas não concordem com o significado dos termos “filhos de Deus” e “filhas dos homens”, o significado geral da narrativa não parece oferecer dificuldades: o autor quis indicar a degradação religiosa e moral da humanidade nos tempos que aconteceu o dilúvio. Se há no mundo o pecado se irradiando depois da transgressão de Adão e Eva, como mostra o fratricídio de Caim e os crimes de Lemec, a corrupção se tornou generalizada no tempo do dilúvio.

Uma antiga tradição hebraica, seguida pelos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos, identifica os “filhos de Deus” com os anjos. Suposição baseada em textos da versão grega da Septuaginta (Jó 1,1; 2,1; 37,7). No quarto século, tornou-se cada vez mais comum identificar os “filhos de Deus” com os descendentes de Set e as “filhas dos homens” com os descendentes de Caim. Na Bíblia, na verdade, o termo “filhos de Deus” refere-se aos homens fiéis a Deus (Sl 73,15; Sb 2,13-18). Segundo esta perspectiva, Gênesis indica que o mal propagado desde seus primórdios nos descendentes de Caim, alcançando os descendentes de Set, leva a humanidade à corrupção total.

Não falta quem veja no texto uma lenda popular sobre gigantes orientais, heróis da Antiguidade (Nm 13,33), homens violentos e orgulhosos nascidos de mulheres mortais e seres celestiais. Uniões entre eles são mencionadas em textos ugarísticosegípcios e mesopotâmicos, como a epopeia de Gilgamesh. O mito que irradia de tais textos afirma em linhas gerais que uma raça insolente de super-homens se difundiu na era antes do dilúvio.

Há ainda quem pense que o texto aborda as cidades cananeias, consideradas “filhas dos homens” por causa de sua condição de esposas dos deuses locais. A narrativa serviria para explicar, então, a origem de alguns heróis que teriam servido os povos cananeus, explicando as origens do culto e, assim, justificando o casamento sagrado e a prostituição entre as mulheres cananeias (filhas dos homens) e os deuses (filhos de Deus). Caso se aceite tal perspectiva, Gênesis a teria usado como um sinal de que o homem alcançou a culminação do mal.

Ainda que várias hipóteses sejam evocadas para explicar a narrativa sobre o dilúvio, há consenso que a redução do tempo de vida para 120 anos (Gn 6,3) é um símbolo da corrupção da humanidade. Além disso, a menção aos gigantes (Nephylym) em Gn 6,4 enfatiza a força, a coragem e a fama, mas mostra que isso não permite que seus detentores possam escapar do juízo de Deus. Gn 6,4 não declara explicitamente que eles nasceram da união entre os filhos de Deus e as filhas dos homens, mas que eles existiram naquele tempo, como também depois, como atesta Nm 13,13.

2. Chaves de Leitura para entender o Dilúvio

O mito do dilúvio foi herdado da Mesopotâmia. Durante o exílio babilônico no século 6 a.C. a história foi adaptada para ajudar o povo a entender o contexto em que vivia. Gn 6,1-8 parece retratar a época de Salomão e pretende mostrar as causas do dilúvio. Salomão teria utilizado a teologia da filiação divina dos reis para se apropriar das jovens formosas camponesas, com apoio militar (gigantes e heróis). Tal prática é condenada por Yahweh. O crescimento da maldade (v. 5), da violência (v. 11 e 13) e da corrupção (v. 11-12) pode ser uma alusão ao contexto do rei Salomão, e o dilúvio o castigo para lavar tudo isso. Porém, nem tudo ficou perdido. Noé representa os “justos”, “íntegros”, os que “andam com Deus” (6,9; 7,1). Por isso “Noé encontrou graça aos olhos de Yahweh” (cf GASS: 2005).

Também, em relação ao dilúvio, há outro mito no Oriente Médio, semelhante ao que é relatado em Gênesis. Trata-se da Epopeia do rei Gilgamesh, como já dissemos acima. Poema em estilo épico encontrado nas ruínas da biblioteca de Assurbanipal. A diferença principal é que, para o texto babilônico, o dilúvio é uma ameaça constante. Para afastar a ameaça, deve-se agir conforme a vontade dos deuses. Logo adiante aprofundaremos um pouco mais sobre esse mito.

“Ao ouvir isso, ele foi à floresta, cortou cento e vinte toras de sessenta côvados de cumprimento, pintou-as com betume, reforçou-as com virolas e trouxe-as de volta para Urshanabi. Eles então subiram no barco, Gilgamesh e Urshanabi, e o lançaram sobre as ondas do Oceano.”
(SIN-LEQI-UNNINNI : 2017, p. 32)

Aprofundemos um pouco mais nosso estudo sobre a narrativa do dilúvio. Trata-se não só do texto central de Gn 1-11, como também do mais longo (são quatro capítulos). Com certeza, é o mais importante. Não por menos, de acordo com a narrativa de Marcos, o batismo de Jesus é descrito como nova vitória sobre o dilúvio: assim como a humanidade renasce depois de mergulhar as águas, assim também Jesus, depois de mergulhar nas águas do Jordão, ajudará a humanidade a renascer para o novo. Se no final do dilúvio uma pomba anunciou a vida, a mesma imagem volta quando Jesus sobe das águas: “ele viu os céus se rasgando e o Espírito, como uma pomba, descer até ele” (Mc 1,10).

Com um olhar mais atento sobre os capítulos 6-9, descobrimos que duas narrativas diferentes sobre o dilúvio se sobrepõem ou se interligam.2 Os indícios da presença de mais de uma tradição são vários: a diferença do nome de Deus, que às vezes é chamado de Yahweh (6,5) e às vezes é chamado de Elohim (6,13; 11-12); a repetição da narrativa da entrada na arca (7,7-10 e 7,13-16); as contradições acerca de quantos animais entram na arca: um par de animais de cada espécie (6,19-20) ou sete pares de animais puros e um de impuros (7,2-3); a duração do dilúvio: segundo 7,4.12.17 e 8,6 “quarenta dias com quarenta noites”; segundo Gn 7,24, cento e cinquenta dias.

Tais elementos nos indicam a existência de pelo menos duas tradições diferentes sobre o dilúvio, reunidas numa só pelos redatores finais. Além disso, como se afirma acima, o paralelismo existente entre os textos bíblicos e a Epopeia de Gilgamesh e outras narrações mesopotâmicas do dilúvio parece sugerir, senão uma dependência direta, pelo menos uma fonte comum.

Muito possivelmente, as tradições mesopotâmicas foram modificadas. A mentalidade mesopotâmica convive com o mito do capricho dos deuses que decretam o dilúvio por inimizade com os seres humanos e, uma vez decretado, são já incapazes de dominá-lo. Já na versão de Israel, o Deus único, não podendo, pela sua própria “santidade”, resistir ao pecado humano, decide decretar uma purificação da humanidade, e a realiza mediante o dilúvio. Mas tem o domínio da situação desde o começo até o fim.

A linguagem da narrativa é universal: “Para mim chegou o fim de todos os seres humanos (literalmente: “toda carne”), porque a terra está cheia de violência por causa deles” (6,13). Ao final da narrativa também lemos: “Nunca mais destruirei todos os seres vivos” (8,21-22). A interpretação desta universalidade, tanto em sentido geográfico como em sentido etnológico, fez com que por muito tempo se procurassem os indícios geológicos ou arqueológicos que provassem a narração bíblica. Todas essas tentativas fracassaram e caíram no ridículo. Não é essa a intenção do texto. O dilúvio nos fala sobretudo de uma universalidade teológica: todos as pessoas são pecadoras, “os desígnios do coração do ser humano são ruins desde a sua juventude” (Gn 8,21). A intenção da narrativa é claramente teológica, pois parte desta observação:

“Javé viu que a maldade do ser humano crescia na terra e que todo projeto do coração humano era sempre mau” (6,5)… “Deus viu a terra corrompida, porque todo ser humano da terra tinha se corrompido em seu comportamento” (6,12).

Tal corrupção não pode deixar indiferente a Deus. Conforme a visão dos redatores, um Deus “santo” não tolera nem pode tolerar tanto pecado e manifesta sua ira. A ira divina, a sua cólera, o seu ciúme, são expressões bíblicas que designam a intransigência para com o pecado humano, que contamina a sua própria existência e a terra em que vive. Como a maldade humana chegou a extremos, sua vida se fez insuportável sobre a terra. Deus se vê “obrigado” a intervir para purificar a humanidade e fazer novamente habitável a terra. Sua intervenção é, portanto, salvífica.

Na visão dos redatores, a purificação supõe um aspecto negativo, o juízo que Deus estabelece sobre a humanidade pecadora: “Vou exterminar da face da terra o ser humano que criei, e junto também os animais, os répteis e as aves do céu, porque me arrependo de tê-los feito” (6,7). De fato, a humanidade já está destruída, pois o pecado traz consigo destruição e morte. Se a destruição não veio antes foi pela paciência de Deus.

Apesar da dimensão negativa, a narração do dilúvio ressalta mais o aspecto salvífico da intervenção de Deus: “Noé, porém, achou graça aos olhos de Javé” (6,8). Ou de acordo com outra tradição: “Eis a história de Noé. Noé era um homem justo, íntegro entre seus contemporâneos, e andava com Deus” (6,9). Ele é o escolhido por Deus para realizar a sua maravilhosa salvação: em meio à destruição geral “ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca” (7,23). A arca é instrumento de salvação, dela sai a humanidade nova. A ação divina equivale a uma nova criação, a uma ressurreição. A vida começa de novo.

Para narrar o recomeço da vida, os redatores fazem uso do verbo “sair” e “fazer sair”: “Saia da arca… faça-os sair com você… Então Noé saiu… e todas as feras… saíram” (v. 15-17). Trata-se do mesmo verbo utilizado em Ex 3,11. Como Moisés no êxodo, Noé deve sair e tirar (fazer sair). Como ocorreu na escravidão do Egito, trata-se de nova libertação. O instrumento de salvação agora é Noé (lembremos que as memórias e narrativas do êxodo são mais antigas que as da criação e do dilúvio).

Outro elemento também evoca as narrativas do êxodo. Na narrativa inicial, quando de descreve a opressão do faraó, lemos: “Quanto mais, os oprimiam, tanto cresciam e se multiplicavam” (Ex 1,12). Estamos em tempo de exílio, época do cativeiro da Babilônia. Diante da nova opressão, lemos o mesmo convite, já repetido no primeiro relato do mandato da criação: “sejam fecundos e multipliquem-se e encham a terra” (9,1; cf. 1,28).

A nova humanidade, purificada pelas águas, volta a ser objeto da promessa de Deus: “Nunca mais amaldiçoarei a terra por causa do ser humano, porque os projetos do coração do homem são maus desde a sua juventude. Nunca mais destruirei todos os seres vivos como Enquanto durar a terra, jamais faltarão semeadura e colheita, frio e calor, verão e inverno, dia e noite” (8,21-22). A fidelidade da natureza se converte em sinal da fidelidade da misericórdia divina, que continuará tendo paciência com o ser humano pecador.

Voltemos à comparação com as versões babilônicas do dilúvio, as quais são provenientes de setores dominantes. Um dos interesses das narrativas do dilúvio, em contexto de dominação, é defender os interesses do império, reforçando o medo nas comunidades subjugadas: ou elas obedecem às ordens do rei ou este invoca os deuses e estes mandam o dilúvio! Para quem vivia às margens do Tigre e do Eufrates, tendo que enfrentar cheias e enchentes, o dilúvio servia como legitimação de uma religião dominadora.

Para a cosmovisão mesopotâmica, presente também em outros povos circunvizinhos, a terra está rodeada de água por todos os lados. Abaixo da terra há água, de maneira que a terra como que flutua sobre abismos de mares. Acima do firmamento há água. É o que podemos ler em Gn 1,6-8: rompendo-se o firmamento, a criação volta ao caos. E os deuses controlam as comportas para inundar a terra.

O Império se apresenta como garantia do firmamento. Toma para si a tarefa de manter fechadas as comportas. A função do culto é a de manter este firmamento, acalmando as divindades com templos e sacrifícios. Em ambiente religioso, as torres têm esta função: levar os sacrifícios para bem perto das divindades do céu, sol e lua, a fim de que estes mantenham o cosmos, deixem fechadas as comportas. Enquanto o culto imperial funcionasse, o perigo do dilúvio estava afastado. A crise deste culto deixaria irritados os deuses, o que poderia trazer dilúvio, enchentes e catástrofes. Quem, portanto, contestasse o imperador, quem deixasse de participar do culto e de pagar os tributos, ameaçava a irrupção do caos, o aniquilamento da ordem da natureza. O império se mantinha através do medo.

A versão bíblica funciona como contra-conto. Ao chegarem da Palestina, região bastante seca, onde a chuva é raridade, os grupos exilados começam a escutar narrativas de dilúvio, às margens dos rios da Babilônia (Sl 137). Convivendo agora com uma geografia diferente, marcada por muita água, são ameaçados pelo discurso do dominador, que deseja introjetar o medo. Mas mudando o final do conto, transformam-no em elemento de resistência: “Nosso Deus prometeu que não mais haverá dilúvio, por isso não nos submetemos”. O texto passa a funcionar então como confronto à ideologia imperial. É a reação dos grupos deportados contra a imposição religiosa e política implícita no mito babilônico.

Há duas versões para a conclusão do dilúvio. Na primeira (Gn 8,20-22), Noé constrói um altar para Yahweh e sacrifica e animais e aves puros (se tivesse levado apenas um casal, estas espécies teriam sido exterminadas). Ao sentir o “odor agradável”, ou seja, o “cheiro da carne assada”, Deus promete não mais destruir os viventes. Altar e sacrifícios são linguagem sacerdotal do exílio e do pós-exílio.

A segunda conclusão (Gn 9,8-17) faz uso de um símbolo mais abrangente, o arco-íris: “Porei o meu arco na nuvem e ele se tornará um sinal da minha aliança entre mim e a terra” (Gn 9,13). Aqui a aliança não é apenas com a família de Noé (não apenas com judeus ou com cristãos, falando em linguagem de hoje) e nem somente com a espécie humana. Trata-se de uma aliança com todos os seres vivos, com o cosmos: “Quando eu reunir as nuvens sobre a terra e o arco aparecer nas nuvens, eu me lembrarei da aliança que há entre mim e todos os seres vivos, toda a carne; e as águas não mais se tornarão um dilúvio para destruir a terra” (Gn 9,14-15). Não por acaso, no original hebraico, o termo aliança (berit) aparece sete vezes neste bloco de versículos. Trata-se de uma aliança perfeita, que não exclui ninguém, e da qual Deus não se esquece.

BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

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Fonte: O Caminheiro do Reino

Por Karina Moreti

Jornalista, musicista e animadora litúrgica da diocese de Lins-SP.

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